
O filão nórdico rende como nunca por cá. Depois da vaga sueca dos anos 80 e 90, atualmente a “pesca” abrange Dinamarca, Finlândia e Noruega. A pergunta a fazer é: porque Schjelderup só agora foi aposta?
Dois bonitos e decisivos golos em jogos consecutivos, ao Sporting, na final da Taça da Liga, e ao Farense, ontem, a lançar a reviravolta que apurou os benfiquistas para os quartos de final da Taça, puseram Schjelderup nas bocas do mundo. E um sorriso na de Bruno Lage. Em simultâneo, o jovem norueguês é mais um argumento a favor da ideia que o futebol português redescobriu o filão nórdico, depois da era de Stromberg, Thern, Schwarz ou Magnusson. Se essa primeira “invasão” veio da Suécia, pátria do “general” Sven-Goran Eriksson, a atual provém de várias nações e outras motivações - a necessidade de encontrar mercados acessíveis às finanças dos clubes lusos.

