
Talvez os clubes, a começar pelos portugueses FC Porto e Benfica, façam bem em não incluir nas receitas esperadas para este ano os tais 45 milhões de euros do Mundial de Clubes
Como alguém dizia, ninguém sabe exatamente o que é uma boa ideia até a testar. Tome-se o Mundial de Clubes como exemplo. Para a FIFA, parecia uma ideia à prova de bala. Juntar os 32 melhores clubes do Mundo, ou pelo menos uma seleção dos mais bem-sucedidos de cada uma das seis confederações internacionais, num torneio intercalar entre Europeus e Mundiais não tinha como correr mal. E, no entanto, a cerca de oito meses da primeira edição, os alarmes dispararam no quartel-general da FIFA.
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