
O que assistimos na Noruega, penosamente, deverá ser uma lição para o manual. O regresso ao Dragão deverá devolver à equipa Varela, Galeno e Pepê
A pressão de ter que corresponder após uma derrota muito difícil de mastigar. A estreia na Liga Europa parece adensar um percurso errático sempre que saímos do nosso “habitat” natural, o da Liga dos Campeões. Como se, de alguma forma, a segunda competição fosse a última desejada, a derrota frente a uma equipa com travessão no nome não desmerece apenas pelo nome do adversário mas sobretudo pela nossa incapacidade de jogar o jogo pelo jogo, contrariar as poucas armas fortes do adversário e impor a nossa superioridade e valia. Uma análise bem sintética não coloca todas as hipóteses para o aparecimento de um súbito desastre à flor da relva.

