
Miguel Oliveira
Leonel de Castro
Mundial de Superbikes arranca sexta e piloto luso queixa-se da falta de aproveitamento na pré-época
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Miguel Oliveira fez o 11.º registo no teste inaugural na pista de Phillip Island, a poucos dias do início do WorldSBK, na Austrália, lamentando as dificuldades sentidas na efetivação de uma pré-temporada decente. "O que posso esperar sem pré-época?", questionou, apressando-se a justificar que os testes de janeiro foram afetados pelas más condições meteorológicas, primeiro em Jerez de la Frontera e depois em Portimão, obrigando a uma passagem de recurso por Valência.
"O caminho é para cima. Enquanto estivermos a dar passos em frente e a sentir o que está a acontecer por baixo de mim, isso é o mais importante", defendeu Oliveira, convencido de ter uma equipa a "esforçar-se para que possamos estar o mais preparados possível para o fim de semana de corrida".
Ontem, passou pela primeira vez um dia completo em asfalto seco e fez o respetivo balanço: "Foi um bom dia. Tivemos duas sessões longas para poder conhecer um pouco melhor a moto e, diria, começar de forma adequada a nossa pré-época. Foi útil voltar à moto e reencontrar a sensação que tive em novembro, quando a testei pela primeira vez".
Especificando, refere tudo apontar para a "adaptação da pilotagem, com algumas alterações no acerto" para se sentir "mais confortável", em vez de "procurar tempos absolutos por volta".
Hoje há mais uma sessão de testes e, para além, de sublinhar que precisa de "mais experiência e mais voltas", explica estar a "tentar encontrar um pouco mais de velocidade". "Sem grandes mudanças, apenas pequenos ajustes", concluiu.
