
Liverpool's German manager Jurgen Klopp (L) bumps fists with Manchester City's Spanish manager Pep Guardiola (C) at the end of the game during the English Premier League football match between Manchester City and Liverpool at the Etihad Stadium in Manchester, north west England, on November 8, 2020. - The game ended 1-1. (Photo by Martin Rickett / POOL / AFP) / RESTRICTED TO EDITORIAL USE. No use with unauthorized audio, video, data, fixture lists, club/league logos or 'live' services. Online in-match use limited to 120 images. An additional 40 images may be used in extra time. No video emulation. Social media in-match use limited to 120 images. An additional 40 images may be used in extra time. No use in betting publications, games or single club/league/player publications. /
AFP
Treinadores de Liverpool e Manchester City de acordo no final da partida em que dividiram os pontos
Manchester City e Liverpool repartiram os pontos no grande jogo da Premier League deste fim de semana (empataram a um golo) e, após o encontro, os dois treinadores também coincidiram na opinião acerca do número de substituições que deveriam poder fazer nos jogos da liga inglesa.
Tanto Pep Guardiola como Jurgen Klopp pretendem que seja adotada a regra das cinco alterações (que a FIFA autoriza, até agosto de 2021), em vez das três permitidas pela Premier League. O motivo foi a lesão sofrida pelo lateral direito dos reds Alexander-Arnold, que levou o técnico alemão a criticar o diretor executivo da Premier League e o calendário do seu Liverpool.
"Para mim, é falta de liderança", começou por dizer Klopp, referindo-se a Richard Masters, diretor executivo da Premier League, a quem acusa de ter "vendido de forma completamente errada" a ideia de que cinco substituições favorecem os clubes maiores. "É uma necessidade, acontece em todos os outros países", acrescentou o alemão, crítico do escasso tempo de recuperação entre jogos europeus ou de seleções e os do campeonato, algo de que Solskjaer, treinador do Man. United, também já se tinha queixado.
Klopp apontou o dedo aos operadores televisivos, dizendo que eles têm de resolver o problema. E o mesmo afirmou Guardiola, queixando-se de que os futebolistas tiveram apenas "oito dias de férias por causa da BT e da Sky". "Eles [operadores] não podem chegar a um acordo porque cada um olha pelos seus interesses. O meu é cuidar dos meus jogadores. O LeBron James ganhou a NBA e agora vai ter dois ou três meses de férias", completou o espanhol, para quem é incompreensível que a Premier League não veja a necessidade das cinco substituições. "Hoje lesionou-se o lateral direito da seleção inglesa, amanhã será outro jogador", sublinhou.
