Ter Stegen: "A despedida do Barcelona foi muito dura. Ainda me custa falar..."

Ter Stegen
Guarda-redes alemão foi emprestado ao Girona pelo Barcelona neste mercado de inverno, ao fim de quase 12 anos nos "blaugrana"
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"Tapado" por Joan García e Wojciech Szczesny na baliza do Barcelona e muito afetado por lesões graves nas duas últimas temporadas, Marc-André ter Stegen foi emprestado neste mercado de janeiro pelo campeão espanhol ao Girona, até ao final da temporada.
O guarda-redes internacional alemão, de 33 anos, falou esta quinta-feira pela primeira vez após ter deixado os "blaugrana", onde jogava desde 2014, admitindo que despedir-se do clube foi tão difícil que ainda lhe custa comentar isso.
"A situação depois da lesão [que sofreu nas costas, em julho]... eu queria voltar ao campo o quanto antes. Treinei muito duro para conseguir isso e há que sempre respeitar a decisão do treinador. Sempre disse que estava disponível e eles optaram por Joan [García], que está a fazer um grande trabalho e a quem respeito ao máximo. Sempre tivemos uma boa relação e havia uma competição muito saudável entre nós. Eu queria continuidade a jogar e agradeci ao míster [Hansi Flick] por me ter colocado na Taça do Rei. Poder demonstrar que estou a 100% foi bom. Tenho objetivos pessoais e quero sempre ter continuidade. É esse o objetivo", começou por explicar o guardião, a poucos meses da realização do Mundial'2026.
"A despedida do Barcelona foi muito dura. Ainda me custa falar sobre isso. O balneário do Barça é espetacular, desfrutava muito de estar com os meus companheiros e com o staff. No final, foi muito duro. É uma grande mudança, depois de quase 12 anos no clube. Tenho recordações inesquecíveis que levarei para sempre no coração. Fui capitão do Barça e tentei representá-lo ao mais alto nível e com o máximo respeito", vincou Ter Stegen, que reforçou o atual 11.º classificado da LaLiga, mantendo-se na Catalunha.

