Francisco Conceição sobre o pai Sérgio: "Acredito que haja poucos como ele..."

Sérgio Conceição e Francisco Conceição quando estavam no FC Porto (Mário Vasa / Global Imagens)
Declarações de Francisco Conceição, internacional português da Juventus, em entrevista à Sport TV
Leia também Guardiola: "Há oito equipas com 13 pontos na Champions, mas é um desastre para nós"
Portugal é favorito à conquista do Mundial'2026? "Temos grandes expectativas, mas temos de pensar jogo a jogo, todos serão importantes. Não adianta dizermos que somos favoritos se depois não demonstrarmos essa qualidade em campo. Há muitos fatores e temos de estar preparados".
Morte de Diogo Jota, como foi receber essa notícia: "Este ano foi dos momentos mais difíceis para nós, porque para além de grande jogador, era um colega com que todos se davam bem, não havia ninguém que lhe pudesse dizer alguma coisa. Quando entramos em campo será por ele, ele tinha esse sonho de ganhar o Mundial e temos de o levar em todos os jogos".
Portugal passou a ter 23+1 jogadores com Jota: "Sem dúvida, ele estará sempre presente pela importância que tinha e pela pessoa que era. Teremos de o representar da melhor forma para que se sinta orgulhoso da nossa Seleção".
Gosta da alcunha que Roberto Martínez lhe deu, "espalha brasas"? "Não me cabe a mim comentar a alcunha que o treinador me deu. Tento fazer o meu trabalho ao máximo, entrando ou sendo titular, e penso que tenho conseguido ajudar a Seleção, mas tenho de continuar a merecer a confiança do treinador".
Relação de pai/filho com Sérgio Conceição: "Independentemente de ter sido meu treinador, a relação pai-filho estará sempre presente. Foi sempre muito fácil distinguir as coisas, porque ambos conseguimos distinguir esses papéis e penso que correu tudo de forma espetacular. Conseguimos ganhar juntos e isso nunca foi problema. No início é sempre difícil, mas a relação foi sempre muito fácil".
Importância de Sérgio Conceição para a sua carreira? Ele já disse que, quando você era mais novo, dizia-lhe que, se tivesse fome, bebesse água: "Era muito assim (risos), porque a exigência dele comigo sempre foi muito grande. Foi e é o melhor treinador que já tive e acredito que haja muitos poucos como ele, porque ele consegue exprimir ao máximo a capacidade de cada jogador, o melhor de cada um, e eu não fui exceção. Cheguei à equipa principal do FC Porto e foi isso que me fez chegar a este patamar em que estou agora".

