
Luis de la Fuente
Selecionador vinca que a Espanha tem muitas soluções e não tem necessariamente de jogar com um avançado mais fixo
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Luis de la Fuente, selecionador espanhol, concedeu uma entrevista ao jornal As e falou sobre o Mundial de 2026. A convocatória ainda não está definida e no ataque residem algumas dúvidas, sobretudo tendo em consideração a necessidade de encontrar um avançado goleador, num lote para o qual concorre Samu, do FC Porto.
"Depende um pouco do estilo, da ideia que se tem. Não gosto do conceito de falso 9, porque jogamos sempre com um avançado centro. Mas há diferentes modelos. Há o 9 clássico, aquele jogador que fixa as defesas, que pode jogar de costas, há os que jogam entre linhas ou os que caem nas alas, mais ou menos associativos. Mas depende de cada jogo, de cada estilo, de cada adversário. E procuramos um avançado centro ou outro, conforme convém. Mas, de momento, estamos muito contentes com o que temos, com Oyarzabal, Ferran, Samu, Borja ou Ayoze. E na sub-21 há outros também muito bons, com outro perfil. Mas as alternativas que nos dão os que temos enriquecem o jogo da equipa", respondeu.
A confiança na conquista do título é grande. "Respondo à pergunta com convicção: sim, podemos ser campeões mundiais. Podemos e vamos lutar para sê-lo. Mas também há outras seleções que vão tentar. Nenhuma das boas seleções, como Brasil, Argentina, Alemanha, França, Portugal ou Marrocos, vai ficar de fora. Não houve outro Mundial com um leque de candidatos tão bons como haverá no próximo. E depois há países exóticos que vão demonstrar os seus progressos, como Cabo Verde", analisou.
A Espanha está inserida no Grupo H do Mundial, com Uruguai, Cabo Verde e Arábia Saudita.

