
Rui Costa e José Mourinho
LUSA
Críticas à arbitragem do jogo em Braga para a Liga ficam sem castigo
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O desagrado manifestado por Rui Costa e José Mourinho pelo golo anulado a Dahl no empate a duas bolas em Braga, jogo relativo ao campeonato, não resultaram em castigo. O Conselho de Disciplina da FPF decidiu arquivar os processos que pendiam sobre o presidente e o treinador do Benfica, que visaram o árbitro João Gonçalves e o VAR Tiago Martins por terem assinalado falta de Richard Ríos antes do médio assistir para o lateral sueco marcar, aos 75', concretização que daria o 3-2 para as águias.
No final da partida, o treinador dos encarnados considerou que a sua equipa marcou "três golos limpos". "Ganhámos 3-2. Honestamente, gostei da arbitragem. Na hora de cometer o erro que decide o jogo, foi acompanhado pelo senhor que estava no VAR. Depois há estas coisas estranhas que há clubes que ganham com erros, e outros que perdem pontos com muitos erros. Quero sair daqui, e até porque temos uma longa viagem pela frente, com a convicção de que ganhámos", criticou o Special One, declarações que resultaram na abertura do processo disciplinar agora arquivado.
Também Rui Costa não poupou nas palavras. "Estamos de acordo, o último jogo dele [Tiago Martins] foi o da falta [sobre Belotti] da final da Taça de Portugal. Ter visto esta falta e não ter visto a outra... O Braga tem direito a lamentar-se, eu estou aqui como presidente do Benfica. Foi um jogo bem jogado e fica um golo limpo que dava a reviravolta ao Benfica. Podia condicionar e foi anulado de forma inacreditável", atirou o presidente do clube da Luz.

