
Daniel Banjaqui e Anísio Cabral antes do Benfica-Real Madrid
Mário Vasa
SAD intensifica negociações com Banjaqui, Anísio e José Neto e acredita que desfecho está bem encaminhado. Objetivo da SAD passa por garantir, a curto prazo, que os três jovens assinem novos vínculos, válidos até 2031, a breve prazo, tendo todos garantida a inclusão no plantel principal da nova temporada.
A aposta na fornada de jovens que se sagrou campeã do mundo por Portugal está a ser seguida, de forma progressiva mas sustentada, pelos responsáveis encarnados, com o apoio do treinador José Mourinho. Do lote de nove titulados, três já estão na rampa de lançamento e, com essa decisão, seguiu-se a parte da proteção contratual, estando o presidente Rui Costa e o diretor geral Mário Branco, segundo O JOGO apurou, a intensificar os processos negociais relativos à renovação dos vínculos de José Neto, Daniel Banjaqui e Anísio Cabral.
Os contactos aceleraram nos últimos dias, até tendo em conta os planos de maior utilização dos três jovens, ao ponto de os dirigentes da SAD considerarem que os processos, todos com carimbo de muito urgentes, estão bem encaminhados e que poderá ser alcançado o acordo total nos próximos dias. Dessa forma, José Neto, Daniel Banjaqui e Anísio Cabral assinarão um novo vínculo válido até 2031, sendo o atual apenas até 2027, com a duplicação das cláusulas de rescisão, atualmente fixadas em 30 milhões de euros. Os três têm garantida a inclusão no plantel principal da próxima época desde o primeiro dia de trabalho.
Por serem menores de idade, a duração dos contratos não podia exceder os três anos, mas a limitação terminará quando atingirem a maioridade, momento em que poderão assinar vínculos de longa duração. Nos três casos, o mais premente é o do ponta-de-lança Anísio Cabral, que faz 18 anos já no próximo dia 15, seguindo-se o lateral-direito Daniel Banjaqui a 24 de março e o lateral-esquerdo José Neto a 19 de abril. O primeiro já foi lançado ante Estrela da Amadora (e marcou) e Tondela, superando Ivanovic, que era o segundo dianteiro na hierarquia. O segundo foi utilizado em três partidas (Farense, Estrela da Amadora e Tondela) e o terceiro ante Nápoles e Moreirense.

