Pedro Baltazar não rejeita candidatura e aponta: "Os tribunais vão dar razão à MAG"

Pedro Baltazar não rejeita candidatura e aponta: "Os tribunais vão dar razão à MAG"

Pedro Baltazar esteve num almoço-debate que contou com Jorge Jesus.

Pedro Baltazar não fechou a porta a uma eventual candidatura à presidência do Sporting, mas assegurou que estará disponível para dar o seu contributo naquilo que for mais útil para o clube.

"Tenho a ideia de estar dentro de uma solução, seja ela qual for a mais útil para o Sporting. Ainda não pensei nisso [numa candidatura à presidência do Sporting], mas estou sempre disponível, dentro daquilo que posso, para tranquilizar os sportinguistas", atirou o antigo candidato à liderança do clube de Alvalade, num almoço-debate promovido pelo International Club of Portugal, que contou com a presença de Jorge Jesus.

"[Evento] É uma homenagem ao Jorge Jesus, sócio do Sporting e um treinador que passou três anos no Sporting. Jorge Jesus sentiu que não tinha condições, depois dos terríveis acontecimentos. É preciso dar voz aos sócios", salientou.

Já sobre o imbróglio entre a direção liderada por Bruno de Carvalho e a MAG presidida por Jaime Marta Soares, Pedro Baltazar argumentou que o Conselho Diretivo é que está a violar os estatutos da formação leonina. "É óbvio que a direção é que não está a seguir o que foi prometido e os tribunais vão dar razão", referiu Baltazar, que fez ainda um balanço do trabalho de Bruno de Carvalho.

"O futebol português e o Sporting estão a ser prejudicados no seu todo. Poderia haver um grande interesse que a direção percebesse isso. Acho que é uma deceção, bem como o facto de os membros da direção não estarem a analisar a situação que está criada. [Pior presidente da história do Sporting?] Não, isso não. Houve piores presidentes. O mandato foi desequilibrado. Teve pontos altos, mas não atingiu resultados desportivos no futebol, que é o que interessa para a maioria dos sócios e adeptos", acrescentou, antes de apontar uma solução.

"A solução passa por pessoas disponíveis, que tenham a reputação necessária junto dos sócios, dos stakeholders. Uma equipa com disponibilidade e capacidade. Quem não seguir isto, mesmo que ganhe as eleições, vai continuar a ter problemas", rematou.