Acuña e o Nápoles: um namoro que parece prestes a dar em casamento

Acuña e o Nápoles: um namoro que parece prestes a dar em casamento
Duarte Tornesi/Rui Miguel Gomes

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Jogador tem sido um dos indiscutíveis nas contas de Silas, mas a SAD encara-o como um dos candidatos a potenciar um encaixe significativo. Empresário do atleta vem a Lisboa nas próximas semanas.

O namoro entre o Nápoles e Acuña tem-se intensificado nas últimas semanas e o casamento pode estar marcado para janeiro. De acordo com o que O JOGO apurou, os italianos têm o jogador do Sporting no topo das prioridades e ponderam aproveitar a reabertura do mercado para colocar em marcha uma forte investida pelo internacional argentino. Apesar de ser um jogador importante nas contas de Silas, Acuña é um dos jogadores, no mesmo lote de Bruno Fernandes e Coates, que a SAD está disposta a negociar em troca de um encaixe significativo no início do ano. O nosso jornal sabe que o empresário do camisola 9 dos leões tem viagem marcada para Lisboa nas próximas semanas com o intuito de definir o futuro do jogador que representa.

O interesse do Nápoles em Acuña surge na sequência de um contexto particular no clube lançado para a ribalta por ação de Diego Armando Maradona. Envolvido numa grave crise, com direito a profundas cisões entre plantel e Direção, o clube do Sul de Itália trocou Carlo Ancelotti por Gennaro Gattuso e este pode precipitar a limpeza de balneário idealizada pelo presidente Aurelio di Laurentiis. A derrota caseira de sábado frente ao Parma (1-2) acentuou ainda mais o clima pesado no San Paolo, que clama por mudanças profundas.

Contratado em 2017 ao Racing, Acuña tem sido indiscutível no Sporting, mas até tem sido ao serviço da seleção da Argentina que tem ganho um maior espaço mediático traduzido nos 18 M€ de cotação pelo portal Transfermarkt. Apesar de se ter estreado pela albiceleste ainda ao serviço do clube de Avellaneda foi já ao serviço da turma lisboeta que ganhou preponderância no esquema da seleção, onde tem sido um dos mais elogiados pela crítica por entre o processo de renovação de quadros imposto por Lionel Scaloni.