
Miguel Oliveira
Leonel de Castro
ENTREVISTA, PARTE V - Miguel Oliveira não é adepto de muitos desportos além dos motorizados, mas acabou por revelar um interesse inesperado por ciclismo
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De que desportos gosta, além das motos?
-É complicado.
Vê Neemias Queta jogar ou João Almeida a pedalar?
-Vejo o João, sim. Vi a Vuelta e segui-o no Tour. Quando ele começou a sobressair, no Giro, também acompanhei.
Viu Isaac Nader e Pedro Pichardo a serem campeões do mundo?
-Não.
Futebol?
-Não, futebol não. Sou só de motores e gosto de ciclismo e acompanho.
Fórmula 1?
-Nem Fórmula 1, vejo os "highlights", porque acho aborrecido, não consigo ver tudo. Entendo que é estimulante para os pilotos, para as equipas, mas para quem está de fora é muito difícil relacionar-se com o que se passa ali, é uma coisa aborrecida de se ver. Faltam as ultrapassagens... falta a emoção das motos, ver o risco, falta ver que existe disputa de posição.
E ralis?
-Sim, isso sigo. E muito o motocrosse, seja campeonato do mundo ou os americanos. Já seguia Superbike. Agora vou ter de seguir o MotoGP, porque não estou lá...
O MotoGP também tem algumas corridas que parecem uma procissão, como a da F1...
-Há corridas que são um bocadinho aborrecidas, sim. Esta tecnologia aerodinâmica veio tirar a oportunidade de haver tanta luta, mais disputa por um lugar. Mas é muito melhor do que a F1.

