
Final de O JOGO em 2019: Jóni Brandão vence a etapa, Luís Mendonça a geral
Federação montou calendário ao encontro das pretensões das equipas, ao evitar grandes paragens entre as provas fulcrais. Podium organiza Volta ao Alentejo e a Portugal, esta de 4 a 15 de agosto.
A Federação Portuguesa de Ciclismo apresentou ontem o novo calendário para esta época, depois de o arranque em fevereiro ter sido adiado. A evolução pandémica ou as dificuldades financeiras dos organizadores podem levar a correções futuras, mas para já está no plano a realização de 59 dias de corrida, tantos como em 2019, mas distribuídos por seis meses. A primeira prova será da Taça de Portugal, em Anadia, a 10 de abril, e a última o Festival de Pista, em Tavira, a 5 de outubro.
O plano mostra evolução: os ciclistas há muito que reclamavam da ausência de competição após a Volta ao Alentejo, habitualmente em março, e agora haverá pelo menos três provas mensais.
A Volta ao Algarve está confirmada de 5 a 9 de maio e o pelotão mudará logo a seguir para o Grande Prémio O JOGO, que sobe para quatro dias, entre 13 e 16 de maio, completando duas semanas de elevado interesse. Em junho haverá Abimota, uma nova corrida de quatro dias, o Grande Prémio Douro Internacional, e a Volta ao Alentejo, que partirá a 23 de junho, numa organização da Podium. Julho e agosto não tiveram mudanças, com o Grande Prémio Joaquim Agostinho (16 a 18 de julho) a servir de barómetro para a Volta a Portugal, de 4 a 15 de agosto e também montada pela Podium.
Outra novidade de monta, que já esteve prevista para 2020, será o Grande Prémio JN a partir de 30 de agosto, com sete dias de corrida e depois de quatro circuitos pós-Volta.
O ciclismo feminino vai ter uma Volta a Portugal de três dias (20 a 22 de agosto) e o Mundial de paraciclismo, de 9 a 13 de junho, será realizado no circuito do Estoril. Estão ainda previstos 14 dias de competição para formações de clube ou sub-23.
