
Emblema do Boavista
Boavista
Situação aconteceu no sábado, sendo que o jogo teve de ser interrompido nove minutos
Leia também Mundial'2030: "Enviem imediatamente a nomeação de Vigo, ou diremos à FIFA..."
O Boavista recorreu às redes sociais para denunciar alegados atos de racismo e agressões contra adeptos e dirigentes no pavilhão de futsal Acácio Rosa, no jogo de sábado frente ao Belenenses, para os 16 avos de final da Taça de Portugal de futsal, revelando que o confronto foi até interrompido durante nove minutos.
"Durante o encontro, registaram-se situações graves que colocaram em causa a segurança de todos os intervenientes e adeptos presentes. Adeptos e dirigentes do Boavista foram alvo de agressões físicas dentro do pavilhão, numa zona que deveria estar devidamente controlada e protegida. Consideramos inaceitável que adeptos se desloquem para apoiar a sua equipa e sejam confrontados com episódios de violência num recinto desportivo", escreveram.
Segundo o clube, foram ainda atirados objetos para a área do jogo, "comportamentos que condenamos de forma veemente e que não podem ter lugar no desporto nem na sociedade. O Boavista repudia qualquer forma de racismo, violência ou discriminação e defende que os recintos desportivos devem ser espaços de respeito, segurança e fair play", lê-se na nota. Os jogadores axadrezados terão também sido agredidos com paus de bandeira quando se aproximaram junto de uma bancada onde estavam os adeptos do Belenenses.
Em relação aos comentários racistas, ecoaram-se sons de macaco. A situação continuou, embora pontualmente, depois de o jogo, que o Belenenses venceu por 11-1, ter sido interrompido.

