
Rui Costa terminou a Volta à Arábia Saudita em terceiro lugar.
AFP
Poveiro não tem nenhuma Grande Volta marcada e foca-se em Tóquio. Algarve é meta para fevereiro.
Rui Costa divulgou o calendário previsto para 2021 e nele não está nenhuma Grande Volta para já. "Tudo indica que estarei na Volta à Comunidade Valenciana. Depois, segue-se a Volta ao Algarve, e depois Paris-Nice. Sobre grandes Voltas, o Giro posso deixar de lado, não estarei presente. O Tour ainda é uma incógnita e a Vuelta também não sei ao certo. A estratégia da equipa passa por apostar em mim nas corridas de uma semana, até mesmo nas clássicas de um dia", referiu, confirmando que volta ao Algarve para tentar vencer, numa prova com nomes como Chris Froome (Israel Start Up Nation), João Almeida (Deceuninck-Quick Step), Alexander Vlasov (Astana) ou Vincenzo Nibali (Trek).
Entre as provas que mencionou, declara a O JOGO que vai ao País Basco, faz as clássicas das Ardenas, a Romandia e a Volta à Suíça, prova onde habitualmente é sempre competitivo. Sem pudor, assume que o "objetivo especial" está nos Jogos Olímpicos de Tóquio2020, adiados para 2021, com as provas marcadas para decorrerem de 24 a 28 de julho. Daí a possível ausência do Tour: "Talvez não seja a melhor decisão ir lá, porque termina muito em cima. Conta a adaptação ao clima e o jet lag".
O corredor da UAE termina com a análise à covid-19, nomeadamente à vacinação levada a cabo pela UAE: "Dá segurança e estabilidade. Este país, praticamente todo, está vacinado, graças ao poder que tem. Tivemos a oportunidade de levar a vacina. Vai ser um ano muito idêntico ao ano passado", lembrando, a finalizar, que não surgiram problemas nas corridas em que participou durante o período pandémico em 2020, esperando "os máximos cuidados" de organizadores e ciclistas para o novo ano.
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