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Luís Boa Morte: "Há falta de diversidade étnica na escolha dos treinadores"
Leitura: 4 min

Créditos: Leonardo Negrão/Global Imagens
ENTREVISTA, PARTE I - Atual selecionador da Guiné-Bissau, o antigo internacional português considera que há preconceito dos clubes em terem treinadores de outras etnias
Luís Boa Morte aceitou em maio o desafio de ser selecionador da Guiné-Bissau, depois de três anos como adjunto de Marco Silva no Fulham. Aos 46 anos, o antigo internacional português considera que este é o melhor projeto para dar os primeiros passos como técnico principal e, em entrevista a O JOGO, alerta para o preconceito que ainda existe na Europa para treinadores de outras etnia.
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