
Lamine Yamal e Alejandro Baldé
Barcelona
Jovem extremo do Barcelona diz que, fora do futebol, costuma passar o tempo da mesma forma que a maioria das pessoas de 18 anos, convivendo com amigos e jogando videojogos
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Lamine Yamal falou esta terça-feira à ESPN sobre vários assuntos extrafutebol, começando por referir que, quando não está a representar o Barcelona, é praticamente igual à maioria dos jovens de 18 anos na forma como costuma passar o tempo.
"Faço o que faz qualquer miúdo de 18 anos: estar com amigos, cuidar do meu irmão, jogar Playstation, sair para dar uma volta... coisas assim. Tento estar com os meus amigos e viver a minha vida. Trato de não focar-me só no futebol e de não estar a toda a hora concentrado no jogo, nem ver vídeos do lateral contra quem vou jogar, nada disso. Tento desfrutar de todo o dia e quando estou no campo dou o meu máximo, mas ao sair do campo quero desconectar ao máximo do futebol", explicou.
Questionado sobre o que faria se fosse invisível durante um dia, o jovem extremo também não teve ideias extravagantes: "Primeiro iria tomar o pequeno-almoço numa esplanada. À tarde, jogaria futebol num parque, por exemplo, no complexo desportivo de Rocafonda. E depois iria dar uma volta de bicicleta ou de patins com os meus amigos. Coisas normais".
Partindo para a sua infância, Yamal lembrou-se do meio humilde onde cresceu, contando: "Quando era pequeno, não tínhamos a possibilidade de comprar uma Playstation ou uma Nintendo. Então, jogava com os meus amigos no pátio com cartas de Pokémon, que valiam um euro".
De resto, admitiu ser muito mau na cozinha, tanto que desistiu de aprender a cozinhar, referindo: "Faço-te uns nuggets com batatas no máximo", e não escondeu a ambição de querer vencer o seu primeiro Mundial por Espanha em 2026, depois do Europeu de 2024. "Ainda falta muito, mas a ilusão é a de todos os espanhóis. Queremos ganhar e dar o máximo pelo país", apontou.

