William Gomes lembra estreia pelo FC Porto e uma derrota que a equipa "sentiu muito"

William Gomes
LUSA
William Gomes, extremo do FC Porto, em entrevista aos meios oficiais do clube azul e branco
Saiu Galeno e Nico González e chegou o William e Tomás Pérez. O São Paulo ficou com 20% do passe e os adeptos do São Paulo ainda hoje acham que a transferência foi barata: "É verdade, recebo muitas mensagens no Instagram a falar sobre isso, mas é bom que o São Paulo tenha ficado com 20%, porque eu vou ajudá-los, que estão a precisar."
A estreia pelo FC Porto, contra o Sporting: "Tinha chegado uma semana antes, já tinha treinado algumas vezes e no primeiro contacto que tive com o Martín Anselmi ele disse-me que me ia utilizar pelo lado esquerdo, na ala, posição que eu nunca tinha feito, mas eu estava disposto a jogar em qualquer posição. Então eu ajudava sempre com vontade de correr, com vontade de batalhar. Tenho grandes recordações desse jogo, em que fizemos o golo mesmo no finalzinho."
O ambiente no Estádio no Dragão nesse dia: "O meu primeiro contacto com o Dragão foi aquilo e todas as vezes em que jogamos no Dragão espero que o estádio esteja daquela forma, porque o primeiro contacto que tive foi especial."
Depois, houve uma derrota pesada contra o Benfica. Sentiu a pressão dos adeptos? "Claro, acho que toda a pressão dos adeptos era válida, porque não estávamos a viver um bom momento. Estávamos a tentar lutar, só que as coisas não estavam a acontecer. As cobranças geralmente são necessárias e nós sentimos muito aquela derrota, porque era um clássico e ninguém gosta de perder um clássico por 4-1 em casa."
O salto para a Europa e para o FC Porto: "Eu sabia que seria um passo gigante na minha carreira, porque sair de um grande clube como o São Paulo e vir para um grande clube em Portugal era um sonho. Eu sabia da responsabilidade e sabia o que o FC Porto exige."
Adaptação ao FC Porto: "Quando cheguei, o Pepê e o Otávio ajudaram-me bastante, acolheram-me bem. Eles eram os dois brasileiros que estavam cá, além do Samuel Portugal. Conversavam muito comigo e ajudaram-me bastante, principalmente o Pepê."

