Rui Borges, uma certeza no onze e ainda Luís Guilherme: "Dá-nos várias soluções"

Luís Guilherme
Sporting CP
Declarações de Rui Borges na antevisão ao Sporting-V. Guimarães, das meias-finais da Taça da Liga (terça-feira, 20h00)
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Maxi Araújo pode ser mais útil a lateral ou mais à frente? "O Maxi tem-nos dado essas duas soluções, dado as nossas ausências. Tem conseguido dar resposta nas duas posições. Dentro do que será o jogo e do que perspectivarmos para o que será o Vitória, ele tanto pode jogar numa posição ou noutra. Uma coisa é certa, vai jogar. Vamos tomar a decisão até amanhã."
Luís Guilherme: "Poderá ou não estar a jogo, não é um dado adquirido. No West Ham jogava mais à esquerda, no Palmeiras jogava mais à direita, a sua formação foi a 10. É um miúdo que nos dá várias soluções em algumas posições, vai de encontro à nossa característica enquanto equipa. Temos jogadores que fazem várias posições. Trincão, Pote, Fotis, Maxi... O Luís Guilherme entra nisso. Tem características muito próprias, pode-nos dar essas três soluções, mas vai demorar algum tempo a perceber as dinâmicas da equipa. É um jogador para agora, mas se calhar mais para o futuro, até pela sua margem, pela sua idade e pela sua qualidade."
A que se deve a onda de lesões? "Os que demoram mais a recuperar são lesões traumáticas e que nós não controlamos. O máximo a que podemos olhar é às lesões musculares e felizmente não temos tido muitas. Tirando o Pote, as mais demoradas foi algo que não controlamos. É o próprio jogo, de contacto. Temos a CAN também, que também condicionou com dois jogadores importantes na dinâmica da equipa. Há coisas que não controlamos. O que controlamos, controlamos e muito bem. Tem sido um trabalho excecional. Estamos sempre à procura de ser melhores, mas o que não controlamos não podemos fazer nada. É seguir, acreditar nos que estão e continuar a trabalhar. Nesta fase é difícil haver muita gestão. Para além de não termos essas soluções todas, que não dá para gerir e precaver algumas coisas, entramos neste red line de sobrecarga em alguns jogadores. É se calhar a fase mais crítica da época. Dezembro, janeiro. Muitos jogos, acumular de alguma fadiga, pode haver esse risco maior de lesão. Esta época é um bocadinho diferente da passada. Tem mais a ver com o trauma, com a CAN, que tira mais soluções. É o que é, é o futebol e temos de saber contrariar essas coisas menos positivas que vão acontecendo e temo-lo feto muito bem, a equipa tem dado uma boa resposta e isso deixa-me feliz acima de tudo."

