
Rui Borges
AFP
Declarações de Rui Borges, treinador do Sporting, na antevisão ao jogo decisivo com o Athletic Bilbau (quarta-feira, 20h00), a contar para a oitava e última ronda da fase de liga da Champions.
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Debast [que não viajou], Eduardo Quaresma, Diomande: "Quanto ao Diomande temos de andar na procura dos melhores índices físicos, faz parte, pela paragem que teve. O Edu também no que será a adaptação, sinais positivos, mas claro que nunca será igual. Acima de tudo, mais do que a adaptação, frisar o ele querer treinar e estar disponível para ser mais uma opção para o treinador. Deixou-me feliz. Nada preocupado com o problema que teve, infelizmente, e super motivado para ajudar a equipa. Mesmo quando se lesionou falei com ele e ele disse que na sexta-feira podia contar com ele. A vontade é tanta que deixa-me feliz. Com jogo ou sem jogo vai-se adaptar. Não vamos estar à espera da adaptação. Há tantos jogadores a jogar com a máscara... É uma coisa natural agora nos desportos. Positivo porque podem voltar mais cedo. Ousmane está à procura de melhores indíces físicos. O Debast em conjunto achamos melhor ter uma gestão física pelo problema que ele teve."
Pontuação do Sporting. Qual foi o jogo-chave? "O primeiro, com o Kairat, em casa, que ganhámos. Foi por aí, a demonstração de humildade de perceber quem defrontámos. Eles sabem bem a competição que disputamos, a dificuldade que existe, a humildade que temos de perceber isso em todos os jogos que tivemos. E depois a ambição deles. Não só na Liga dos Campeões como em todas as competições. Sabem que representam um grande clube e dignificam-no da melhor maneira desde o primeiro dia. Não só na Champions. Têm sido extraordinários."
Baixa no Athletic, em que sentido afetou a preparação? "A nós não afetou nada. Jogam com 11. Estamos a falar de um grande clube, que tem grandes jogadores capazes de dar resposta. Olhamos para o coletivo e preparamo-nos para isso. Equipa que sai muito bem em transições, bem organizada, que tem bons timings de pressão, bem conectada. É a equipa que recupera mais bolas em meio-campo ofensivo em La Liga. Uma equipa muito forte em transição, com jogadores que a qualquer momento fazem a diferença. É muito por aí. Preparámos mais para o coletivo do que para o individual. Depois também tem lacunas, como todos, como nós."

