
Óscar Rivas num lance com Sudakov, frente ao Benfica
AFP
Central recupera de problema muscular que o afasta das opções de Luís Pinto, fragilizando a defesa
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Óscar Rivas deverá permanecer fora das opções de Luís Pinto nos próximos dois meses. Essa é, pelo menos, a estimativa mais recente sobre o tempo necessário para debelar o problema muscular que forçou a substituição do central no jogo com o Aves SAD, dos oitavos de final da Taça de Portugal. Estes prazos estão sempre dependentes de fatores não controláveis, mas é seguro que a defesa vimaranense vai ter de continuar sem ele por um período largo, que abarca a fase final da Taça da Liga e uma boa fatia de jogos de campeonato, que, dentro da estimativa traçada, poderá comprometer a presença nos duelos com FC Porto e Braga, por exemplo.
O espanhol é um dos pilares do setor mais recuado e falhou os últimos dois jogos, contra Sporting e Casa Pia, obrigando o técnico a mexer no puzzle. Curiosamente, Thiago Balieiro, que o substituiu no jogo com os leões, teve de ficar de fora do compromisso seguinte, devido a gripe, cedendo a vaga a Miguel Nóbrega, utilizado em apenas seis jogos.
Tudo indica que será novamente Balieiro a preencher o lugar contra o Nacional, embora o Vitória tenha, com Nóbrega no onze, saído de Rio Maior sem golos sofridos, um afago ao ego importante depois do descalabro vivido no encontro com o Sporting. Estabilizar o rendimento defensivo é, de resto, um dos objetivos de Luís Pinto para espicaçar uma escalada na tabela classificativa. O empate em Rio Maior trouxe, pelo menos, o alento de não ter havido golos sofridos, estancando a crise das duas derrotas anteriores.

