
Cónegos reformularam estratégia de ataque ao mercado
Lusa
Após a aquisição da maioria do capital social, o BKFC iniciou a alteração na estratégia desportiva dos cónegos
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O Moreirense alterou a sua política desportiva desde que o fundo norte-americano Black Knight Football Club (BKFC) adquiriu a maioria do capital social da SAD. A mudança de paradigma tem vindo a ser concretizada sob as diretrizes de Tiago Pinto, ex-diretor-geral do Benfica e responsável por todo o futebol do fundo. Detetar, potenciar e promover jovens talentos passou a ser essência do projeto, sem prejuízo dos resultados desportivos, como se pode aferir pelo terceiro melhor registo dos cónegos na I Liga, à 20.ª jornada, com 30 pontos, menos quatro do que os 34 somados na época 2018/19 e menos dois do que os 32 em 2023/24.
A mudança de padrão começou a sentir-se no início da época, período em que foram contratados jogadores com margem de progressão, casos de Álvaro Martínez (23 anos), Francisco Domingues (23), Mateja Stjepanovic (21), Jimi Gower (21), Diogo Tavassos (21) Luís Hemir (22) e Landerson (19) - além da inclusão do sub-19 Miguel Silva (18) - e acentuou-se neste mercado de inverno com as contratações de Leandro Santos e Kewyn, ambos de 20 anos, e de Nile John, de 22. Saíram Joel Jorquera (25), Schettine (30) Marcelo (36), Ofori (27) Benny (28). E, exceção feita aos três guarda-redes, Maracás (31) e Kiko Bondoso (30) são os únicos jogadores do plantel com idade superior a 25 anos. A alteração estrutural e estratégica promovida pela SAD, da qual Pedro Magalhães é CEO, conjuga a valorização de ativos com os resultados desportivos, e sem prejuízo de contas equilibradas.
