
Luís Pinto
Lusa
Declarações de Luís Pinto, treinador do Vitória, depois do triunfo por 1-0 contra o Moreirense, na ronda 20 da I Liga
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Opções: "A ideia era ter quatro homens de características muito verticais no ataque. O Nélson acabava por ser o menos vertical dos quatro, mas tínhamos o Noah, o Gustavo e o Camara para pressionar a defesa. O Moreirense tinha a defesa adaptada, mas o Travassos acompanhou o Strata e isso retirou-nos a possível vantagem. O Samu entrou para garantir-nos espaços que não estávamos a ter na primeira parte. Deu critério ao jogo e acalmou as ligações ofensivas. Apesar de não ter sido um jogo espetacular, o domínio acabou por ser quase sempre nosso. O Moreirense acaba por ter bola, mas sentíamos que estávamos quase sempre bem posicionados para impedir qualquer situação de perigo."
Diferenças da primeira para a segunda parte: "Na primeira parte, ganhámos muitas vezes a bola em pressão alta nos primeiros 20 minutos, mas quando o Moreirense conseguiu encontrar uma forma de tornar difícil a nossa pressão, estávamos a dar muito tempo de bola ao Moreirense. Houve o partir da equipa quando éramos ultrapassados. Na segunda parte, fomos melhores nisso."
Ndoye voltou a render saído do banco: "Na preparação para os jogos, também preparamos a forma como queremos terminar. O Moreirense tinha mais golos sofridos nos últimos 15 minutos do que em qualquer outro momento do jogo. Senti que era preciso ter alguém capaz de acreditar que poderia fazer a diferença. O Ndoye tem melhorado muito na distribuição de jogo à equipa."

