Histórico fez PSP endurecer medidas na revista aos adeptos do Benfica no Dragão

Plano a seguir pelos elementos de segurança privada é definido pelas forças de autoridade. Benfica vai apresentar uma participação à FPF, mas também há relatos de queixas de adeptos portistas
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O Benfica anunciou ainda na noite de quarta-feira que vai apresentar queixa à FPF pela forma como se processou a revista e acesso dos adeptos encarnados no Estádio do Dragão, apontando a um "tratamento vergonhoso", particularmente por ter levado as pessoas a "descalçarem-se sobre um chão molhado", no que motivou atrasos na entrada, em alguns casos "já com a segunda parte em curso".
A revista e controlo dos adeptos é feita por elementos de segurança privada, vulgo stewards, mas seguindo o modelo e método preconizados pela Polícia de Segurança de Pública (PSP), responsável pelo procedimento. Neste sentido, O JOGO apurou que o endurecimento das revistas foi motivado pelo histórico recente das visitas do Benfica ao Dragão.
Em abril do ano passado, alguns adeptos encarnados presentes no setor visitante, na arquibancada, atiraram tochas que furaram a rede de segurança e caíram na bancada inferior, junto de apoiantes do FC Porto.
Já esta época, em outubro, no clássico para o campeonato, os adeptos do Benfica desenharam um graffiti na parede da bancada.
Situações que levaram então a PSP a apertar as medidas de segurança, sendo que também houve queixas de adeptos do FC Porto, em alguns acessos, pela demora na revista e consequente intervenção das autoridades contra a impaciência e protestos das pessoas.

