
Bruno de Carvalho, antigo presidente do Sporting
Pedro Rocha / Global Imagens
A leitura do acórdão do processo, que começou a ser julgado em 18 de dezembro de 2019, pelo coletivo de juízes presidido por Sílvia Pires, começou já depois da 9h30.
Os 44 arguidos do processo da invasão à academia do Sporting, em Alcochete, entre quais o ex-presidente do clube Bruno de Carvalho, conhecem esta quinta-feira a sentença, no Tribunal de Monsanto, em Lisboa.
A leitura do acórdão do processo, que começou a ser julgado em 18 de dezembro de 2019, pelo coletivo de juízes presidido por Sílvia Pires, começou já depois da 9h30.
Entretanto, a juíza já referiu que os factos são dados como provados, exceto os relativos a Bruno Jacinto, Bruno de Carvalho e Nuno Mendes "Mustafá"
Juíza Silva Pires acrescentou que através das imagens identificaram vários arguidos pelas roupas. E referiu que 37 deles entraram "de rompante sem anunciar ou pedir entrada, sem autorização. De forma concertada e de cara tapada para não serem identificados". E lembrou que alguns disseram que era para entrar, bater e sair.
"Quanto a Bruno de Carvalho não se provou que os textos nas redes sociais tivessem como objetivo incitar a Juve Leo. Nem a frase 'façam o que quiserem'", diz também na sentença.
