
Marcos Acuña, internacional argentino do Sporting
Miguel Pereira/Global Imagens
Ristovski detalha as agressões contra o internacional argentino no interior do balneário da Academia do Sporting.
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Stefan Ristovski, lateral do Sporting, descreveu as agressões de que foi alvo Marcos Acuña no interior do balneário da Academia do Sporting, em maio de 2018, quando um grupo de adeptos invadiu as instalações do clube leonino, em Alcochete.
"Deram chapadas com a mão aberta. Na cara e na cabeça. Tentei evitar, mas continuaram. Foram quatro ou cinco pessoas. Vi mais agressões ao Battaglia, que estava ao fundo. Quatro ou cinco, mas não vi concretamente. Estava a proteger-me para não ser agredido. Foi depois do Acuña. Não vi aos outros jogadores", explicou o internacional macedónio, descrevendo o ambiente no balneário:
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"Disseram que tínhamos de mostrar mais respeito pelo Sporting, que tínhamos de jogar melhor. Havia muito barulho devido às tochas e não ouvi o 'vamos matar-vos' lá dentro do balneário. O alarme continuou a tocar uma hora depois dos adeptos saírem. (...) Isto tudo demorou entre um e dois minutos. Entraram, procuraram o Acuña e quando o viram foram ter com ele. Vi uma pessoa com uma tocha na mão, mas não sei dizer quem é. O balneário estava cheio de fumo", acrescentou Ristovski.
