
Castillo fez um autogolo, o terceiro da carreira e o segundo da história de um guarda-redes do Vitória. O único tinha sido Douglas
LUSA
Quatro jogos depois na liga, minhotos voltaram a sofrer golos, e logo quatro. Castillo com noite apagada. Jogo contra o Sporting colocou um ponto final na boa sequência sem sofrer golos. Castillo marcou o segundo autogolo de um guarda-redes na história do Vitória, e o terceiro da carreira.
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O desafio contra o Sporting, último do ano no D. Afonso Henriques, não só colocou um ponto final na boa sequência de resultados no campeonato - os minhotos somavam quatro jogos consecutivos sem perder - mas também no bom rendimento do setor defensivo. A equipa de Luís Pinto, que não sofria golos há quatro desafios, voltou a encaixá-los, e logo quatro, número que ainda não se tinha registado esta temporada.
O setor defensivo, que não contou com Óscar Rivas, devido a um problema físico, teve a Thiago Balieiro como titular e até com exibição positiva, ao contrário de Castillo, que protagonizou um dos jogos mais apagados da temporada. O guarda-redes colombiano fez o terceiro autogolo da carreira - ao serviço do Fortaleza já tinha metido a bola dentro da prória baliza por duas vezes - e foi o segundo guardião da história do Vitória de Guimarães a fazê-lo. O primeiro tinha sido Douglas, em 2019/20, curiosamente também contra um dos três crónicos candidatos ao título, o FC Porto, no Estádio do Dragão.
No setor ofensivo, os minhotos viram Telmo Arcanjo a estrear-se a marcar no campoenato - apenas tinha festejado na Taça de Portugal - mas perderam Nélson Oliveira, que foi expulso após uma falta sobre Gonçalo Inácio. O internacional português viu o cartão vermelho pela quinta vez na carreira e, no campeonato, já não ia tomar banho mais cedo desde 2010/11 quando, pelo Paços de Ferreira, recebeu ordem de expulsão num jogo diante do FC Porto.

