
Carlos Vinícius, quando representava o Benfica
Filipe Amorim / Global Imagens
Carlos Vinícius, avançado brasileiro que representou os encarnados na época 2019/20, admitiu ainda não saber a razão que ditou a sua saída do clube, inicialmente por empréstimo ao Tottenham.
Contratado ao Nápoles em 2019, já depois de também ter passado pelo Rio Ave, Carlos Vinícius apontou 24 golos e 10 assistências em 47 jogos pelo Benfica, até que foi emprestado ao Tottenham na época 2020/21, acabando por assinar em definitivo pelo Fulham, de Marco Silva, no verão do ano passado.
Antes, o avançado brasileiro de 28 anos também foi emprestado ao PSV e, esta segunda-feira, admitiu não saber porque saiu do Benfica em primeiro lugar, depois de uma época em que fechou a I Liga como melhor marcador.
"Eu senti-me sempre valorizado pelos adeptos na época em que estive no Benfica, porque ainda fiz mais duas pré-épocas. Depois, houve outras coisas a acontecerem no clube, comigo, com os treinadores... Nem eu próprio consigo responder e as coisas acabaram por não encaixar todas. Ainda hoje, quando venho a Portugal, todos os adeptos me perguntam porque saí e respondo: 'Não sei'", revelou, em declarações ao podcast "Mata-Mata".
"Houve uma proposta em dezembro [de 2019] para eu sair, podia ter saído e perdeu-se o timing dessa venda, devido à pandemia. Na altura, havia seis avançados no plantel e, como o Jorge Jesus disse, eu era o único com mercado. E eu disse que, se fosse bom para todos e para ajudar o Benfica, eu aceitava. Não foi por causa do Jesus, gostei muito de ser treinado por ele, sabe muito de futebol", disse ainda, acerca da sua saída para a Premier League.
Na época passada, Carlos Vinícius registou cinco golos e três assistências em 32 jogos pelo Fulham.
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