Grimaldo é demasiado caro e Nápoles vira-se para Marcos Acuña

Grimaldo é demasiado caro e Nápoles vira-se para Marcos Acuña
Rui Miguel Gomes

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Emblema comandado por Carlo Ancelotti deverá transferir Mário Rui e sabe que o camisola 9 dos leões pode ser negociado por cerca de 20 milhões de euros.

O Nápoles, sabe O JOGO, está a seguir com particular atenção Marcos Acuña, englobando o polivalente canhoto numa lista de potenciais reforços para a próxima temporada. Aliás, o interesse no internacional argentino que tem francas possibilidades de ser convocado para a Copa América resulta precisamente do facto de a primeira opção para o lado esquerdo da sua defesa, o espanhol do Benfica Grimaldo, ser demasiado cara para os bolsos do emblema napolitano.

Com efeito, o Nápoles chegou mesmo, como o nosso jornal oportunamente deu conta, a avançar com uma proposta de 25 milhões de euros, acrescentando ainda os direitos económicos do avançado Carlos Vinícius, mas o presidente do Benfica, Luís Filipe Vieira, recusou a oferta, pedindo mais de 40 milhões de euros para transferir o atleta ex-Barcelona. Perante este quadro, o Nápoles começou a estudar outras alternativas no mercado e é nesse quadro que surgiu Marcos Acuña, que tem como vantagem a capacidade de poder atuar como lateral-esquerdo ou médio/extremo-esquerdo, evoluindo pelo corredor com a capacidade ofensiva desejada por Carlo Ancelotti. Por outro lado, está em cima da mesa a saída de Mário Rui, internacional português que tem sido apontado como um dos jogadores a transferir na reabertura do mercado de transferências.

O Nápoles tem consciência de que um eventual negócio por Marcos Acuña poderá ser concretizado por um valor na ordem dos 20 milhões de euros, verba que o elenco liderado por Frederico Varandas pediu em janeiro último aos russos do Zenit para transferir o atleta de 27 anos. Então, o negócio não se concretizou porque o emblema de São Petersburgo ofereceu 16 milhões de euros e mais quatro em objetivos, dois deles facilmente alcançáveis. Os leões, porém, mostraram-se intransigentes e exigiram 20 milhões de euros sem objetivos pelo meio e o negócio, após três propostas e contrapropostas, acabou por não se concretizar, deixando Acuña em Alvalade, onde é um dos indiscutíveis para o técnico Marcel Keizer.