Seleção Nacional

"Queremos estar na próxima fase"

Selecionador nacional destacou a importância do triunfo no primeiro jogo, com o resultado a expressar a superioridade portuguesa

"Tivemos algumas dificuldades, porque o Senegal é uma boa equipa. Tínhamos de matar o jogo mais cedo, porque tivemos oportunidades e não conseguimos marcar o segundo golo. Sabíamos que um golo os traria de volta ao jogo, mas não tivemos receio. Houve muitas oportunidades para matar o jogo e foi bom, no final, colocar no resultado o que realmente aconteceu, porque 1-0 não traduziria o que se passou. O 3-0 é mais realista", palavras de Hélio Sousa, depois do triunfo de Portugal frente ao Senegal, no seu primeiro jogo no Mundial de Sub-20, em Hamilton, na Nova Zelândia.

Depois, questionado sobre o Catar, que parece ser a equipa mais débil do Grupo C, respondeu:

"Não o demonstrou. Não teve uma primeira parte muito conseguida e na segunda foi quem criou mais situações para voltar a entrar no jogo. Se o tivesse feito, não sei o que traria à partida. Jogou um pouco mais baixo e tentou surpreender nas transições ofensivas, mas, na segunda parte, também foi capaz de ter bola e pressionar o adversário".

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Ainda sobre o triunfo da sua equipa diante do Senegal:

"Há que realçar este triunfo. Já lá vão oito jogos e há três vitórias, duas pela margem mínima. Está a ser difícil vencer e há que realçar a foram como foram conquistados estes três pontos. Estamos apenas a começar, na segunda ronda tudo pode mudar. Sabemos disso, trabalharemos para ganhar o segundo jogo, e depois veremos. O que queremos é estar na próxima fase".

O selecionador português revela uma grande confiança na equipa:

"Com estes jogadores, pela forma como têm trabalhado, com a ansiedade que se foi acumulando, qualquer um que entrasse na equipa deixava-me totalmente tranquilo. Com a atitude, o compromisso que têm com este espaço, a solidariedade deles em todos os momentos - como na primeira parte, em que sentimos dificuldades e conseguimos ultrapassá-las - qualquer jogador que entra no onze deixa-me tranquilo".

Mónica Santos, em Hamilton (Nova Zelândia)