Lateral direito está detido preventivamente em Barcelona desde janeiro, após ter sido acusado de ter violado uma rapariga numa casa de banho de uma discoteca.
A defesa de Dani Alves, detido preventivamente em Barcelona desde janeiro, após ter sido acusado de ter violado uma rapariga numa casa de banho de uma discoteca, já tem definida a estratégia para tentar evitar a condenação do jogador, que poderá resultar numa pena de quatro a 12 anos de prisão.
Após ter testemunhado por quatro vezes perante a juíza, apresentando sempre uma versão diferente do que aconteceu, ao contrário da alegada vítima, uma situação que lhe foi tirando credibilidade ao longo do caso, o pedido de libertação provisória do jogador foi negado, devido ao risco de fuga que apresentava.
Com o início do julgamento a dever começar ainda este ano, a defesa do internacional brasileiro, de acordo com a imprensa espanhola, tem uma estratégia assente em três fases: uma disputa judicial relacionada com os testes psicológicos que devem ser feitos à vítima, uma nova prova de perícia que comprove que o sexo foi consentido e, em último caso, o depoimento final de Dani Alves em tribunal.
De resto, a ex-mulher de Dani Alves, Dinorah Santana, foi visitar o futebolista nesta manhã à prisão Brians 2, dizendo à saída do estabelecimento: "Os filhos dele e eu acreditamos na sua inocência. Não lhe perguntei pelas versões porque sabemos que ele é inocente. Não há questões quanto a isto".