Na avaliação do "Transfermarkt", os dois avançados registaram as maiores subidas, entre os minhotos, em termos de cotações
O começo de época fulgurante do Braga, com tendência a prolongar-se no tempo, refletiu-se de forma evidente na cotação de alguns jogadores. Imprescindíveis num ataque voraz e que não pára de fabricar golos em grandes quantidades, Vitinha e Banza foram os que mais se valorizaram em menos de dois meses (cada um dois milhões de euros) segundo o portal "Transfermarkt", com o primeiro a passar de estimados seis milhões de euros para oito milhões e o segundo de cinco milhões para sete milhões.
Não se tratam de subidas aleatórias, ambas estão relacionadas com bons desempenhos. À imagem da equipa, os dois avançados arrancaram em força para 2022/23 e, nesta altura, figuram entre os arsenalistas mais influentes: o internacional português sub-21 leva quatro golos e duas assistências em nove jogos, enquanto o jogador francês, por quem o Braga pagou três milhões de euros ao Lens, contabiliza cinco remates certeiros e um passe para golo, em oito partidas.
Tanto Vitinha como Banza são habituais titulares, mas há quem consiga valorizar-se em termos de cotação de mercado a partir do banco: é o caso de Álvaro Djaló, o ex-extremo do Braga B promovido neste verão à equipa principal e que já soma quatro assistências em oito jogos, passando de uma cotação de 325 mil euros para um milhão. Já na defesa, o francês Niakaté é outro investimento a render importantes juros: chegou à Pedreira a valer 1,8 milhões e agora já se situa na fasquia dos três milhões. Está emprestado pelo Guingamp com opção de compra de 1,8 milhões, sabendo-se que essa cláusula passará a ser obrigatória no caso de disputar 50 por cento dos jogos oficiais.
Enquanto uns sobem em flecha no mercado de cotações, outros descem, ainda que ligeiramente, por somarem menos minutos... ou mesmo nenhum. É o que acontece com os centrais Paulo Oliveira e Serdar Saatçi, que passaram de valorizações de quatro milhões para 3,5 milhões e de 1,6 milhões para 1,5 milhões, respetivamente. O primeiro começoupor perder o comboio da titularidade logo no começo da época, mas aproveitou a baixa de Niakaté para reaparecer em grande nos últimos jogos; o segundo, contratado ao Besiktas em cima do fecho das inscrições em Portugal, ainda não teve a oportunidade de se estrear.