Saídas de Florentino e Krovinovic aliviam carga de excendentários, mas há mais dossiês a finalizar. Todos sem encaixes avultados...
A colocação de Florentino, Krovinovic e Fejsa está em fase de conclusão. Segundo O JOGO apurou, os três jogadores têm o seu futuro definido, mas há mais um extenso rol de situações pendentes que também estão em andamento, apontando os responsáveis encarnados para que esta missão, que tem o diretor-geral Tiago Pinto à cabeça, apresente resultados concretos nos próximos dias, como um importante impacto na contabilidade encarnada.
Luís Filipe Vieira já investiu cerca de 82 milhões de euros em reforços, os planos apontam para a vinda de mais caras novas para o plantel principal e nos planos da SAD incluem-se ainda vendas, com vários jogadores perfilados nessa lista. Porém, a gestão do futebol encarnado inclui outra missão que passa pela diminuição de elementos considerados excedentários e, com isso, o alívio da folha salarial, uma tarefa que, segundo apurámos, terá vários dossiês concluídos nas próximas horas, nomeadamente no que respeita ao futuro de Florentino, Krovinovic, Fejsa, mas o rol é extenso e não termina aqui.
As situações de Florentino e Krovinovic são as que estão, nesta altura, mais perto da oficialização. O médio-defensivo, que não teria espaço para jogar no meio-campo de Jorge Jesus e, assim, veria o seu processo evolutivo adiado, deverá seguir a sua carreira ao serviço do Mónaco. Um ano de empréstimo, com um pagamento de dois milhões de euros e sem qualquer opção de compra definida é o negócio que está acertado. Ontem já estavam a ser trocados documentos, nas próximas horas deverá o jogador seguir viagem. A papel químico, Krovinovic, como noticiámos ontem, vai voltar a representar o WBA, agora na Premier League, num acordo selado também sem opção de compra, mas com renovação de contrato até 2023 a acompanhar o processo.
A situação de Fejsa também está em fase de conclusão - na rotado Al-Ahli, a custo zero -, mas há vários outros processos em andamento, que permitirão à SAD a colocação de mais excedentários, muitos deles com uma perspetiva base, que se aplica, pelo menos, a Florentino, Krovinovic, Jota, Tomás Tavares, por exemplo, e que reflete a recusa encarnada em ceder a opções de compra pouco expressivas, permitindo que sejam as águias a deter poder negocial no final da época, caso os jogadores em causa se valorizem. Além disso, deixará aberta a porta da futura inclusão no plantel.
Desde o final da época, a estrutura do futebol já garantiu a colocação em definitivo de Bruno Varela (V. Guimarães), Zlobin (Famalicão) e Zivkovic (rescindiu e assinou pelo PAOK), além dos empréstimos de David Tavares (Moreirense), Pedro Pereira (Crotone), Yony González (LA Galaxy), Cádiz (Nashville), mas a lista ainda não terminou e, além dos casos em acerto, falta colocar Ferreyra, Dyego Sousa, Chrien, Willock e José Gomes. O peso salarial com as saídas diminuiu, mas este lote ainda tem um peso considerável para os encarnados.