Benfica

Primeiro olhar sobre Darwin e a análise aos outros reforços do Benfica

Saiba como jogaram os reforços do Benfica frente ao Rennes LUSA

Confira a análise de O JOGO às exibições dos atletas do Benfica no triunfo sobre o Rennes, em encontro de preparação.

Vlachodimos

Dois cruzamentos resolvidos para zona perigosa, mas sem consequência, e lentidão em sair dos postes para resolver um contra-ataque. Fora isso, três defesas seguras.

Gilberto (reforço)

Existem dois Gilbertos. O que ataca é forte no drible e progride com facilidade dentro da área. Assim obrigou Salin a enorme intervenção antes do 2-0. A defender, falhou muitas interceções e várias vezes foi apanhado desposicionado.

André Almeida

O mais competente dos defesas. Agressivo, compensou algum nervosismo de Ferro e os desequilíbrios táticos de Gilberto. Falhou um passe comprometedor.

Ferro

Um misto entre nervosismo e descoordenação. Tremeu sempre que a bola se aproximou. Sem errar nos duelos, porém, ainda ficou perto de marcar, de cabeça.

Nuno Tavares

Sempre que arrancou com a bola na primeira parte teve sucesso. Lento a reagir na segunda, desprotegeu duas vezes a equipa.

Rafa

Defensivamente, ninguém lhe pode apontar o dedo, ora fechando o meio-campo ao lado de Weigl ora resguardando Gilberto na direita. Marcou aos 22", após lance individual que seria invalidado. Entregou a Everton, aos 62", uma chance soberana.

Weigl

O terceiro homem a construir, o alemão foi o pêndulo, aguentando o meio-campo com pressão e posicionamento acertados. Um passe seu deixou Pizzi em condição de inaugurar o marcador ainda no primeiro tempo.

Pizzi

Os números estão do seu lado. Marcou um golo, num penálti que sofreu, e assistiu para Gabriel, de canto, fazer o segundo. Como médio falhou passes exagerados, como avançado desapareceu.

Everton (reforço)

Longe do brilhantismo de outros particulares. Competente a defender, deambulou pela esquerda sem tanto sucesso. Numa diagonal testou Salin e após o intervalo, com um toque subtil, atirou pouco ao lado.

Pedrinho (reforço)

Testado como segundo avançado, o brasileiro demorou a entrar no jogo. Pouco lesto em muitos lances ofensivos, desaproveitou dois passes de Pizzi. Foi o primeiro a sair.

Carlos Vinícius

Jesus perdeu a paciência com a lentidão do avançado, pouco envolvido no jogo. Aos 45"+3", falhou tiro perigoso.

Grimaldo

Deu andamento a cruzar e criou dois lances de golo.

Cervi

Agressivo, recuperou e isolou Chiquinho. Antes, já Salin brilhara a um remate seu.

Diogo Gonçalves

Obrigou Salin à melhor defesa do jogo, aos 82". Empenhado.

Darwin (reforço)

Estreou-se e numa diagonal rematou pouco ao lado.

Chiquinho

Ligou o ataque e o meio-campo em 13 minutos.

João Ferreira

Deixou um rival com espaço para rematar.

Samaris

Trancou o meio-campo.

A FIGURA
Gabriel - Trancou o jogo com esquadro tático e golo

Gabriel foi o primeiro a entrar e reclamou oportunidades. Marcou, com um forte golpe de cabeça, acalmando o possível nervo que o Rennes tentava inflamar. Depois, no meio-campo, permitiu a Weigl respirar: pressionou alto e foi eficaz nos duelos, saindo menos da sua posição do que noutros tempos. Deu segurança a defender, mas mais a atacar: rodou quando devia e buscou a profundidade, ora com Chiquinho no meio, ora nos corredores. Everton ficou a dever-lhe um golo após um passe de 30 metros.

Frederico Bártolo