Premium Sporting: um novo enquadramento para as claques

Sporting: um novo enquadramento para as claques

RUGIDOS DO LEÃO - As claques não foram criadas para servirem de arma de arremesso, condicionar assembleias gerais ou servir de guardas pretorianas de Direções do clube.

Na semana passada, escrevi de forma muito resumida que a abertura de mais um foco de conflito no clube seria potencialmente desagregador e que qualquer forma de violência teria de ser combatida e não podia ser tolerada. Gostava de voltar a este ponto em maior detalhe.

Desde logo, manifestar de forma clara o meu apoio à decisão da Direção do Sporting nesta matéria, pois que as claques ultrapassaram todos os limites aceitáveis na sua contestação à Direção do clube. Todos têm o direito à crítica, contudo, é inaceitável que a crítica resvale para o insulto gratuito e para a violência ou agressividade. Isto é tão válido para as claques como para qualquer adepto e sócio do clube. E esta posição parece-me que merece acolhimento junto de uma larga maioria dos sócios do clube, como se viu, aliás, no último jogo em Alvalade. Não se trata de apoiar Frederico Varandas, mas sim de condenar esta forma de estar.