Premium Sonhos de uma noite de verão (em Alcochete)

Sonhos de uma noite de verão (em Alcochete)

Existe uma minoria que pretende criar um clima de conflito e guerrilha no Sporting.

Esta noite tive um sonho que gostava de partilhar com os nossos leitores.

Era Presidente do Sporting e José Peseiro o meu treinador. A pressão pública para o despedimento era enorme, os adeptos estavam insatisfeitos, o futebol era pobre. O próprio plantel sabia que eu estava a pensar fazer regressar Jorge Jesus e que o atual treinador estava a prazo. A estrutura que me acompanha entendia que o despedimento era a melhor solução. Decidi ir dormir a Alcochete, colocar o meu pijama verde com o leão ao peito (acalma-me). Durante a noite tive uma epifania - e obviamente não vi a Luz, pois que um Presidente do Sporting não vê a Luz, quanto muito um clarão ou, no limite, a luz de um very light - e decidi manter o Zé. O Zé é a pessoa certa, pelo menos até aceitar sair do Sporting sem uma indemnização choruda. Falei com o Zé e o empresário e tudo ficou claro como no dia anterior. Era um treinador a prazo, mas de confiança reforçada! Desaconselharam-me a expor-me, mas avancei, sem medos e certo do meu feeling. Afinal, era o Presidente do Sporting e manda quem pode e obedece quem deve. Decidi ser arrojado e enfrentar a comunicação social. Contar a história, pelo meio pondo o dedo na ferida: os jogadores da cantera correm mais e sentem mais a camisola que aqueles que vêm de fora. Iria marcar a diferença para o meu antecessor. Aqui valoriza-se a formação, sendo que os jovens da formação correm mais que os outros. Obviamente que o Dost, o Bruno e o Acuña ficariam aborrecidos, mas isso gere-se com o tempo. Havia um tema que eu receava no meu sonho: a Imprensa. Qual seria a reação? E como reagiria a Associação Nacional de Treinadores de Futebol?