Premium "Combater o peso absurdo da máquina benfiquista nos bastidores e na Imprensa"

"Combater o peso absurdo da máquina benfiquista nos bastidores e na Imprensa"
Samuel Almeida

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RUGIDOS DOS LEÃO - O cronista Samuel Almeida escreve hoje em O JOGO sobre os caminhos do Sporting e a necessidade de "resolver questiúnculas" internas. Pelo meio, critica o rival lisboeta,

Miguel Cal, administrador da SAD do Sporting, veio numa entrevista denunciar a máquina de propaganda do nosso rival, explicando que o potencial de cada uma das marcas está longe de refletir o propalado domínio encarnado em termos comerciais e peso sociológico. O Miguel que não se preocupe demasiado com esse tema, pois que apesar dos 14 milhões de adeptos - dos quais 116 970 na Indochina e 699 na Índia -, as marcas e patrocinadores sabem bem avaliar o peso de cada clube, sendo reflexo disso mesmo os contratos televisivos celebrados com a NOS.

O que deve merecer a reflexão do Sporting e um combate sem tréguas é a influência e peso absurdo da máquina benfiquista nos bastidores do futebol português e da Imprensa escrita e falada. Este sim é um combate que tem de ser travado, a bem do ar que se respira no desporto português e até mesmo da integridade das competições. Os exemplos são mais que muitos e o que se tem passado nos últimos dias a propósito do despedimento do treinador Rui Vitória é sintomático disso mesmo, devendo levar-nos a uma séria reflexão sobre os critérios editoriais e a independência de alguns órgãos de comunicação social.