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PLANETA DO FUTEBOL - Luís Freitas Lobo analisa o momento do Benfica e as faces do FC Porto

1 - Foi a questão que ficou sempre em aberto nas duas últimas derrotas benfiquistas na forma de reagir aos jogos: mexer no meio-campo (mudar as suas dinâmicas, características dos jogadores, movimentos, meter mais criatividade diferenciadora). Em ambos, Rui Vitória não teve essa agilidade tática. Limitou-se a despejar avançados na área (perdendo até médios com isso). Com temo para pensar dum jogo para outro, já foi diferente e contra o Ajax ressurgiu, finalmente, o elemento criativo, Gabriel, que com Belenenses e Moreirense nunca saíra do banco, nos tais momentos de vazio criativo-mental. Como, com ele, perdia intensidade sem bola, tirou Pizzi para manter a maior ação "recuperadora de contacto" de Gedson (Fejsa é intocável). Queria um 4x3x3 que conseguisse ser um 4x2x3x1 mais rochoso sem bola na dupla central de cobertura. E conseguiu.