Exclusivo Marcar é a primeira, segunda e terceira opção de Ronaldo, mesmo quando há outras obviamente melhores

Marcar é a primeira, segunda e terceira opção de Ronaldo, mesmo quando há outras obviamente melhores
Jorge Maia

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O último ensaio antes do arranque no Europeu viu Portugal golear Israel, mas também revelou uma falta de eficácia da Seleção que pode dar problemas quando os jogos forem a doer

Ronaldo marcou ontem o 104.º golo pela Seleção e ficou a cinco do recorde de Ali Daei. Foi pena. O ideal teria sido que a questão tivesse ficado resolvida já para deixar de ser tema em textos como este mas, sobretudo, para deixar de pairar sobre a Seleção e sobre o capitão como uma assombração que precisa de ser exorcizada.

Talvez soe estranho começar por aqui a abordagem a um jogo que terminou com uma goleada, mas quem o viu do princípio ao fim sabe que foram mais os golos que ficaram por marcar do que aqueles que acabaram dentro da baliza. Tanto assim que o próprio Fernando Santos não resistiu a mandar aquecer André Silva ainda antes do final da primeira parte, quando se sentia a frustração a crescer na equipa.