Entendam-se, sff

Joel Neto

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E protejam o que temos

E pronto, está - de novo - instalada a confusão em torno do número de equipas (e quais delas) a disputar a Primeira Liga. Já vamos ao "de novo". Quanto à decisão do juiz, pode ter sido justa ou injusta. Tendo sido injusta, reclame-se. Tendo sido justa, então faça-se mea culpa pelo facto de ações e submissões à margens dos regulamentos continuarem a ser validadas. Donde voltamos ao "de novo". Porque, no fundo, a pergunta mantém-se: quantos clubes queremos na Primeira Liga? Já tivemos 20, já tivemos 16, já tivemos 18. Há dois anos, alargámos o campeonato para acondicionar o Boavista, aparentemente com relutância, mas depois não se fez a operação contrária. Em que ficamos? Por mim, ficávamos com 18 clubes e extinguíamos a Taça da Liga, de utilidade tão evidente como os clubes satélites ou a seleção B. Percebo outras decisões. Mas não percebo, com certeza, 38 jornadas, a Taça da Liga, a Taça de Portugal, as competições europeias e os compromissos de seleções - tudo numa época só. Temos um futebol competitivo e forte. É disso que querem dar cabo?

CR7, SIM OU NÃO

A questão persiste

Fernando Santos diz que Ronaldo está em plenas condições para o Europeu e isso tranquiliza-me, digamos, uns dez por cento. Há dois anos, o CR7 também estava fino e os resultados foram o que foram. A última coisa que eu gostava de ver era concretizada a previsão da Goldman Sachs de que caímos logo ao primeiro jogo a eliminar. A economia mundial ruiu e a Goldman Sachs não deu por nada. Não seria frustrante se acertasse exactamente nisto?