Exclusivo Jovens profissionais, o Mercedes e o Rolex

Jovens profissionais, o Mercedes e o Rolex
Carlos Tê

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FOLHA SECA - Uma opinião de Carlos Tê

Sempre que um jovem da formação ascende à equipa A do FCP, tenho por norma moderar o entusiasmo.

A parte supersticiosa do adepto aconselha prudência por achar que os elogios desencadeiam um mecanismo que precipita eclipses prematuros. Alguns vencedores da Youth League agarraram oportunidades que dificilmente teriam em tempos mais abastados, e podem até ser campeões no ano da sua afirmação. Dos Diogos, o Costa pegou de estaca, mas o Queiroz e o Leite, em quem se vislumbravam Jorge Costas e Ricardos Carvalhos, ficaram para trás. Vitinha exibe a regularidade dum pêndulo, mas Fábio Vieira denota uma inconsistência proporcional ao requinte da sua técnica. Arrisca-se a ser daqueles jogadores que faz três jogos bons e arreia com a enxurrada de elogios - veja-se o relaxamento com que abordou o lance do primeiro golo do Vizela, e que contribuiu para sair, pois Conceição não dorme.