Premium A obrigação de ganhar e os árbitros das "sandes"

A obrigação de ganhar e os árbitros das "sandes"
Carlos Flórido

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A anedota do árbitro que se vende por "uma sandes e um sumol" é antiga, transversal a todas as modalidades de pavilhão e não tão inocente como possa parecer.

Se no futebol existiu durante muitos anos a preocupação de profissionalizar os árbitros, como única forma de os levar a acompanhar o aumento da qualidade do jogo - e ainda surgiram as equipas de cinco juízes, os VAR e o que mais for necessário -, no andebol, basquetebol, hóquei em patins e voleibol essa ideia nem se coloca: só mesmo os melhores dos melhores têm um rendimento que faz alguma diferença, e graças ao que ganham em jogos internacionais, o que reduz a quase totalidade a carreiras feitas de amadorismo e paixão.