
Villas-Boas contactou os agentes de Alan Varela para a renovação de contrato que, a confirmar-se, será outro ato de boa gestão. Mas há palavras valiosas, como as que Amorim dirigiu aos jogadores, ontem
É costume dizer-se que os atos valem mais do que as palavras e embora isso possa parecer uma contradição para quem vive destas últimas, como jornais e jornalistas, a verdade é que se os atos não tivessem valor não seriam traduzidos para a escrita. Serve esta introdução pseudo-filosófica para valorizar um ato, atitude ou gesto que tudo indica irá passar a palavras, no papel, que é a renovação de Alan Varela pelo FC Porto. Aqui não se trata de evitar “deserções” a custo zero como as vistas nos portistas nos últimos anos (de Brahimi a Marega, passando por Aboubakar, Uribe ou Herrera), mas antes proteger os interesses da sociedade azul e branca numa futura negociação com um “tubarão” europeu.

