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A vitória do FC Porto não é suficiente para ofuscar o feito do Fafe na Taça de Portugal, mas faz luz sobre uma equipa do Benfica que parece incapaz de arrepiar caminho. O mesmo se aplica ao Braga
Num clássico do futebol, a Taça de Portugal voltou a cumprir o seu papel preferido: o de baralhar hierarquias e fabricar tomba-gigantes. Desta vez, talvez o maior de todos. O maior, mais forte e poderoso caiu perante o mais pequeno, numa reedição do eterno David contra Golias com bola, que faz da prova-rainha a mais democrática e imprevisível das competições nacionais.
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