
O FC Porto precisa de decisões que permitam encarar o processo eleitoral como uma oportunidade única para discutir o futuro, o que só será possível com um clima de paz social.
A Assembleia Geral mais tumultuosa da história recente do FC Porto pode, afinal, terminar ao intervalo. Se se tratasse de um jogo de futebol, seria um absurdo. Como estamos perante uma reunião de sócios para debater e aprovar novos estatutos, depois de uma primeira parte recheada de episódios inadmissíveis, talvez seja mais avisado dar mesmo o evento por concluído.
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