FORA DA CAIXA - A opinião de Joel Neto.
O FALSO AMARELO... e a falsa verdade
Depois dos falsos positivos, o falso cartão amarelo. Não tem faltado ao Sporting de Rúben Amorim oportunidades para treinar a resiliência. Talvez no fim prevaleça a máxima popular: "O que não mata engorda." Agora, insista o CD em manter o castigo a Palhinha, apesar do "mea culpa" de Fábio Veríssimo, e tudo isto terá sido mais um absurdo.
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Tal como aconteceu com Otamendi. E como voltará a acontecer: com o Sporting ou o Benfica, o FC Porto ou o Farense - esteja em causa um dérbi, um clássico ou apenas um jogo chato, à chuva, com as classificações definidas.
Quer dizer: então introduzimos as novas tecnologias no futebol, forçando os árbitros a voltar atrás numa decisão errada, e ao mesmo tempo saltamos do bom senso da reconsideração para a dita "field of play doctrine", precisamente o antónimo do rumo que revolucionou a modalidade? Em nome da "autoridade do árbitro" - o mesmo que deixou de poder decidir sobre um golo ou um penálti? E só porquê - porque os ingleses o praticam?
É de uma incoerência tal que se torna negligenciável. A não ser quanto à injustiça. Uma má decisão, reconhecida como má, mas que, mesmo assim, tira um grande jogador de um jogo que se quer grande, num campeonato cada vez mais pequeno. Se não é estúpido, não sei o que o seja.
COMPRE-SE, E JÁ. E para render quatro vezes
Pedro Porro é de compra obrigatória. Até para que Hugo Viana possa reclamar que não foi sempre um peso-morto no Sporting.
