Depois de se notabilizarem a marcar, Soares e Vinícius pagam os substitutos. Mas se até o Barcelona está a vender por precisar de dinheiro...
A saída de Tiquinho Soares vai permitir ao FC Porto investir em ajustes no plantel, afigurando-se a contratação do avançado espanhol Toni Martínez como a primeira das contratações que não deixarão chateado Sérgio Conceição, como o próprio afirmou no final do jogo com o Braga.
O futebol é assim, as escolhas mudam rapidamente e a duração dos contratos transforma os jogadores em ativos de mercado
O brasileiro tem bons números, foi o melhor marcador do FC Porto não só na época passada como durante a estadia no Dragão, mas deixou de ser uma prioridade no plantel.
Vinícius chegou à Luz como um furacão e desatou a marcar para ajudar a passar para segundo plano a memória de se ter dado a conhecer ao futebol português no Real Massamá dois anos antes de o Benfica pagar 17 milhões de euros por ele. No plantel estavam Seferovic e na altura aquele que todos pensaram ser a pérola Raúl de Tomás, mas em pouco tempo o rendimento do brasileiro obrigou o treinador a fazer dele primeira opção para liderar o ataque. Nesta altura, a valia atribuída a Vinícius é poder render uma quantia que ajude a, pelo menos, contratar outro para o lugar dele.
O futebol é assim, as escolhas mudam rapidamente, a duração dos contratos transforma os jogadores em ativos de mercado, fazem-se negócios, a bola continua a pular e todos seguem em frente. Alguém adivinharia há uns meses que o Barcelona estaria nesta altura a negociar Nélson Semedo, que até continuava a ser escolha do treinador, apenas por necessitar desesperadamente de dinheiro?
