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Querem famílias nos estádios? Comecem por lhes dar o respeito que merecem e a dignidade de quem paga o bilhete. Caso contrário, a bancada virtual será o único palco que resta
O futebol português tem uma relação singular com os adeptos. De um lado, a retórica inflamada dos dirigentes, que invocam o conceito de família e espetáculo como pilares do desporto-rei; do outro, o crónico desrespeito por quem, no fim da linha, sustenta a máquina. O recente clássico da Taça de Portugal, entre FC Porto e Benfica, conheceu mais um capítulo dessa triste realidade.
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