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Entre o papel de parede bonito e a humidade escondida, o futebol português vive um equilíbrio frágil. Sem reformas internas, os louros de hoje podem virar desculpas amanhã
Nem todo o futebol português é o espelho do sexto lugar alcançado no ranking da UEFA. Há diferenças, naturalmente, sendo a mais importante a destacada por António Salvador num deveras factual artigo de opinião que assina nesta edição de O JOGO. Ou como, num outro estilo e tom, analisa Luís Freitas Lobo no texto ao lado.
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